O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

1 de abr de 2011

EUA querem diminuir a obesidade


Plano do governo inclui incentivo nas pesquisas sobre o assunto e aumento de campanhas para combater a obesidade

Os Estados Unidos querem diminuir a obesidade, que atinge mais de um terço dos adultos do país, e para isso o Instituto Nacional de Saúde (NHI) apresentou, nesta quinta-feira, um novo plano estratégico de pesquisa da obesidade.
O plano será focado na pesquisa, melhora da saúde pública e divulgação, tanto à comunidade médica como aos cidadãos, da necessidade de uma vida mais saudável.
Em 2008, as despesas médicas relacionadas com a obesidade foram de US$ 147 bilhões, segundo o NIH, que para combater a epidemia de obesidade está impulsionando diversas pesquisas científicas centradas neste problema.

O NIH destinará US$ 824 milhões para pesquisas relacionadas com a redução da obesidade e suas consequências, e US$ 147 milhões adicionais por meio da Lei de Recuperação econômica.

"Comer menos e fazer mais exercício é mais fácil de falar do que fazer", reconheceu o grupo de trabalho do NIH destinado a investigar a obesidade, por isso o objetivo é realizar exames clínicos para apresentar soluções práticas.

Os campos de pesquisa propostos pelo NIH incluem os processos que regulam o peso corporal; a compreensão dos fatores que contribuem para a obesidade e suas consequências; e desenvolvimento de testes de novos enfoques para atingir e manter um peso saudável.

Também inclui a avaliação das estratégias para prevenir e tratar a obesidade de uma maneira real e a análise dos diferentes grupos de população; além do uso da tecnologia para avançar na pesquisa da obesidade e melhorar a prestação de assistência médica.

"Muitas causas e fatores contribuem para a obesidade", indicou o diretor do NIH, Francis Collins, que considerou que este projeto é um plano inovador "para examinar a epidemia da obesidade de diversas perspectivas".

"Os pesquisadores poderão trabalhar em conjunto para alcançar os objetivos de prevenir e tratar a obesidade, para ajudar as pessoas a levarem a vida de forma mais saudável e satisfatória", enfatizou.

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4 comentários:

  1. É, vamos ver quais serão os metódos utilizados para acabar com a obesidade no país. As pessoas precisam parar de nos tratar como uma "massa", como um amontoado de pessoas que não se gosta e não é feliz. Eu hein! Huahauhauaha! Podemos comer melhor, com mais qualidade, claro! E o resultado disso pode ser o emagrecimento, o ganho e massa magra, mas tem que ter cautela, conversar coma população pra ver seus desejos e seus anseios.

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  2. Vão colocar todo mundo para fazer cirurgia de redução.

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  3. Bacana!
    O que eu gostei de ler, foi quando falaram que não é simplesmente comer menos e fazer exercícios, o buraco é bem mais em baixo...
    Tomara que dê resultados todas essas pesquisas...

    Bjim!

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  4. O Brasil tb já pode pensar em um programa de emagrecimento da população, já q o índice de obesos cresceu tanto nos últimos anos.

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