O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

30 de jan de 2012

Mais amor no mundo



"Espalhe que o amor não é banal. E que, embora estejam distorcendo 
o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos de hoje, ele existe."

UMA SEMANA ABENÇOADA A TODOS !


28 de jan de 2012

E isso não acaba!



Renata Cotta uma de nossas colunistas recebeu em seu blog um comentário anonimo criticando sua mudança no ritual de cuidado com a saúde , quando dividiu com seus seguidores que estava fazendo reeducação alimentar e já tinha emagrecido 6 kilos.
O comentário ridículo e baixo a acusava de ser infeliz alem de mentirosa por dizer que mesmo gorda estava bem consigo.
Eu me revolto ao perceber que esse tipo de preconceito também não tem fim e que acima disso a ignorância impera de forma absurda.

Desde quando MULHERES são bem resolvidas ? Desde quando MULHERES em geral não tem neuras ?
Se quem vive de dieta não esta bem ... as magras que fazem exercicios e contam pontos a comer são infelizes ?!!

Poxa gente, que falta de bom senso, eu aprendi que temos que nos por no lugar das pessoas e alem disso saber interpretar o que se é dito.

Cada um faz da sua vida o que quer e isso é fato , já sabemos do tal LIVRE ARBÍTRIO, cada um move sua vida da forma que lhe cabe no momento e mudanças quando positivas devem ser encaradas de forma legal!

Que mal tem uma pessoa querer emagrecer ? O que as pessoas realmente esperam das outras ?
Quando começamos a postar sobre auto estima fomos acusadas de fazer apologia a obesidade, e agora quando muitas blogueiras começaram a postar sobre cuidados com a saúde, dietas e etc são acusadas de mentirosas...

Parar de blogar é a solução ? NÃO NÃO NÃO!

Blogar pra quem quer ler sim...comentários anônimos, criticas infundadas, xingamentos e tentativas de humilhação devem ser deixados de lado, como se não existissem, por mais que nos atinga sim e nos magoe...por uma pedra em cima de todo esse lixo e ajudar a quem realmente se interessa em ler os blogs é a melhor saída!

26 de jan de 2012

Feat Nana Pinho


Eu Nana Pinho andei passando por poucas e boas na internet e agora depois de me denunciarem pela segunda vez (na primeira consegui recuperar meus blogs) perdi tudo !
Até minha conta de email...
Me pergunto, porque todos tem direito de sairem vomitando o que pensam e eu não tenho direito de expor minhas idéias...mas tudo bem nunca me dei por vencida e não será agora que ficarei calada...

PRA QUEM TEM PRECONCEITO E ACHA QUE GORDO NÃO PODE SER FELIZ, NÃO PODE FALAR, VIVER E MOSTRAR QUE É GENTE DEIXO APENAS ESSA MUSICA...
MEU DESABAFO !




Porque seu coração é bom
Sua bondade sutil
Se alguém repele ou finge que não viu
É pra não ter que ser igual a você ...♫


22 de jan de 2012

Anna Joana em 3D



Essa semana ao entrar no facebook vi que havia sido marcada em uma nota, e como sempre faço fui verificar o que era. Me deparei com um texto da Karina, onde ela deixa sua opinião sobre o mundo PLUS SIZE, e vi que pensamos de uma mesma forma, então, rapidamente, pedi permissão a ela para reproduzir a nota aqui em nosso blog.

"Foi quase inevitável não dizer nada sobre os últimos fatos que tenho lido por aqui no FaceBook e acompanhado em Blogs e Sites, alguns reais e alguns "ditos" Plus Size.
Quando criei a Anna Joana a criei pensando em mim, uma verdadeira mulher Plus Size (1,70 X 140k), ou melhor, mais uma verdadeira mulher Plus Size dentro da inúmera gama de Grandes Mulheres que integram esse novo e maravilhoso mercado de roupas, produtos e serviços, que teoricamente, é destinado à mulheres de largas circunferências, grossas coxas, fartos seios e lindas bochechas rosadas.
A Anna Joana nasceu do meu compromisso comigo mesma em atender esse público, as mulheres PLUS SIZE, e na minha cabeça, mulheres PLUS SIZE são mulheres largas, de amplas medidas e sorriso aberto, que podem vestir o 46, mas que obrigatoriamente também vestem 52, 56, 60, 62. A grandeza dessas mulheres não pode ser medida com uma fita métrica e a diferença entre elas não pode estar fadada a míseros centímetros, isso é desrespeito e o desrespeito é algo para o qual não deve haver tolerancia e muito menos aceitação.
A Anna Joana se comprometeu a atender essas mulheres de maneira verdadeira, sem máscaras, maquiagens ou truques de câmera ou photoshop, nossas modelos se encaixam em todas as numerações e dentro de mim sei que ainda posso ir além e irei, tenham certeza disso.
Ao criar a marca, criei uma promessa, a de levar dignidade à todas as Grande Mulheres, para que elas possam se expressar de maneira ampla e verdadeira, com beleza e modernidade, pois acredito, verdadeiramente, no poder da mulher quando essa se dá conta de sua força, que vai muito além de seus quilos na balança. Uma mulher que tem seu amor próprio e sua autoestima em harmonia, é uma mulher poderosa, consciente desse poder é que posto diariamente mensagens verdadeiras de auto aceitação e respeito e é esse poder que pretendo passar através da marca Anna Joana.
Continuar no mercado não é tarefa fácil, pois a todo momento surgem convites e livre acesso para a produção de roupas para a grande massa, para as mulheres ditas "normais", financeiramente é tentador, mas minha consciência não tem preço e jamais estará a venda. Manter-se no mercado como uma marca unicamente PLUS SIZE, fabricando roupas que partem da numeração 46, é um grande desafio, desde o controle de execução de peças, onde evitamos o desperdício, até a venda em si, já que nascemos e vivemos para um público segmentado, lutando diariamente para que cada grande mulher descubra nossa existência e possa usufruir de nossas peças e principalmente de nossa companhia, através de nossas mensagens, artigos e conceitos.
A Anna Joana está prestes a entrar no grande mercado da moda, aos poucos vamos ampliar nossa linha de produtos e vamos convencer o mundo que existe lugar pra todos, pelo menos é nesse mundo que queremos existir.
E Plus Size é sim um mercado voltado para GRANDES MULHERES, não se deixem limitar, não deixem que a roda do tempo volte atrás. Valorizem as marcas que pensam em você, não como uma cifra, mas como uma mulher que nasceu pra brilhar a acontecer como todas no mundo. A sua força como consumidora é que ditará as regras desse mercado, não deixem de usá-la.
Amo vocês!
Beijos e Mais Beijos***
Joaninha
Karina Williams
Diretora Criativa
Anna Joana "

Anna Joana é minha parceira, de todos os blogs que ja tive, sou cliente e me sinto respeitada, acarinhada, não sou tratada como cifra e sim como pessoa, como mulher, como amiga, como uma pessoa gorda que tem o direito de se vestir bem e se sentir linda com o que veste e acima de tudo com peças de qualidade.Quando uso Anna Joana me sinto GENTE e isso me faz ter muito respeito pela empresa e por todas as envolvidas.

EU USO E RECOMENDO ANNA JOANA ... A LOJA QUE LEVANTA SUA ALTO ESTIMA! 

19 de jan de 2012

Um Brasileiro Na Europa. Preconceito Economia e Sociedade


Olá a todos, hoje trouxe uma entrevista que realizei com um amigo que a dois anos foi viver na Europa. É sempre bom  conhecer a realidade de quem vive as coisas que nós costumamos pensar e acreditar como verdade, assim podemos ver o contraste do que é real e o que é só mito em ser um Brasileiro no exterior.
Então vamos conhecer um pouco da realidade de Sidney Carvalho
Foto na cidade da Sicilia na Itália 

Peso- Logicamente que não podemos começar a entrevista sem saber qual o principal motivo que te levou a sair do Brasil?

Sidney- A questão da ambição (e deslumbramento) financeiro. O Brasileiro tem em mente a ilusão popularizada que independente do país que ele resolva migrar, ele terá um retorno financeiro a curto prazo, o que em 90% das vezes essa realidade se faz presente a um prazo muito mais longo do que o almejado.

Peso- Sendo seus motivos de sair de seu país de origem a questão financeira, como você vê diferença de renda entre o Brasil e o país que você esta hoje? 

Sidney- É engraçado quando paro para analisar essa questão, porque vim entender essa realidade depois de estar aqui, principalmente porque estou em um país onde  atualmente a crise abala fortemente à sua economia. Porém, é muito mais fácil captar esta informação quando a observamos de fora para dentro, pois tenho a sensação que este favorecimento financeiro, até o presente momento, não gerou mudanças na vida do pobre desfavorecido, o que termina favorecendo um pouco mais a minha permanência aqui.

Peso- Qual a primeira impressão que você teve sobre o funcionamento da vida na Europa?  È muito diferente do Brasil ou é mito de diferença cultural apenas?

Sidney- A realidade percebida e vivida, é que a diferença cultural é um agravante predominante dia a dia em todos os aspectos (pessoal, financeiro, etc etc). Como citei anteriormente, existe sim o deslumbramento, mas a impressão que tive e tenho é que vivendo aqui o brasileiro se descobre uma máquina, e mesmo com a alta tecnologia, o serviço de mão-de-obra é muito mais solicitado que no Brasil. Além do custo beneficio ser muito mais pratico e gratificante.

Peso- Você notou alguma diferença na forma que as pessoas tratam umas as outras,  existe mesmo esse preconceito contra estrangeiros ou é algo que não sentiu em relação a você, mas existe de maneira geral?

Sidney- Existe sim, e como existe. Passo por isso todos os dias. O Europeu vê a nossa nacionalidade estampada na nossa testa. Me irrito muito na maioria das vezes que entro em qualquer estabelecimento comercial, porque eles fazem questão de memorizar o estrangeiro. A segurança publica e social menospreza mínimas questões relacionadas a nós, inclusive ao estrangeiro legalizado, pois independente da condição de vida levada pelo mesmo, não deixa de ser estrangeiro. No Brasil o preconceito é predomina aos gays, pobres e negros. Aqui predomina a qualquer classe, basta não ser nato no país que vive.

Peso- Quanto a sexualidade, sabemos que ser gay no Brasil ainda é uma questão bem complexa e a aceitação é mais imposta do que realmente aceita, isso é diferente nos países de primeiro mundo em que há leis que garantem vida social aos homossexuais, ou também não passa de mito?

Sidney- Na França e na Suíça não existe menor problema na relação Gay-Sociedade. Os gays são naturalmente tratados como seres humanos. Soube que o mesmo caso acontece na Espanha. Já na Itália, o gay é visto como um ser de interplanetário. O gay ao chegar em um local qualquer, as pessoas olham de forma assustadora, principalmente as crianças, por não saberem como serem discretos, eles apontam, riem olham assustados, e fazem questão de passar distante do gay. A Itália faz questão em ser cafona, e ao mesmo tempo que curtem a modernidade, eles são extremamente antiquado.

Peso- Sendo assim não existe muita diferença entre a Itália e o Brasil nessa questão Gay X Sociedade ou você considera um dos lugares pior?

Sidney- Não ,não...acredito que o Brasil infelizmente termina vencendo essa comparação. A sociedade aqui é muito preconceituosa, eles discriminam mais com olhares e aqueles sorrisinhos pejorativos quando estão em grupos. Porém, não vejo a homofobia ser tão presente aqui.

Peso- É mais fácil para o gay viver mentindo sua orientação sexual ou libertar as amarras, estando num país diferente onde não conhece a maioria das pessoas, ou se torna ainda mais difícil justamente por não ter o apoio de amigos e familiares, ou isso se torna igual em qualquer lugar continua sendo difícil?

Sidney- Então...é justamente pelo fato de estar fora do seu berço, que o gay aqui sente-se inteiramente livre, independente dos tabus estabelecidos pela nação. E, mesmo com todo esse olhar medíocre em certos países, a Europa é "mãe" para os gays, a ponto de ser o continente com o maior numero de transexuais no mundo. E o gay por si, "liberta-se dessa corrente" na primeira oportunidade que tem...independente de onde quer que esteja.

Peso- Em questões de empregabilidade existe também essa descriminação de não dar emprego ao homossexual por achar que sua conduta é duvidosa?

Sidney- Nesse caso não. Por incrível que pareça, o gay tem muito mais oportunidades aqui que no Brasil. Pois na maioria dos casos, os empreendedores costumam dizer que o gay é muito mais eficiente e eficaz, além de saber transformar o ambiente de trabalho na maior diversão. Praticamente, 70% do comércio, tem gay trabalhando. Nessa questão, a Europa realmente é avançada.

Peso- Então para terminar, você parece estar satisfeito com a vida na Europa em questões sociais e financeiras, o que diria para uma pessoa que vislumbra ir morar fora do Brasil?

Sidney- Particularmente, estou bem resolvido graças a Deus. Como todo trabalhador que vive de contratos, passo por altos e baixos mas com a mente organizada e um bom jogo de cintura, da pra manter a vida em ordem. Aos que pensam em vir, sou bem categórico: Viver aqui é uma questão de sorte e oportunidades. Tendo saúde, trabalho e sendo uma pessoa concentrada, você estará com o três requisitos mais importantes para a sua sustentabilidade. E pense assim: A questão não é vir... E sim permanecer!!!

Bem meus queridos leitores espero que gostem e comentem o que acharam
bjocas da gorda 

16 de jan de 2012

Aceitando a orientação sexual dos filhos




Quem sofre de preconceito não tem que se portar como alguém inferior ou diferente. Porque a verdade é que todos somos iguais em importância, nem melhor, nem pior.


Muito se ouve sobre a HOMOSEXUALIDADE, principalmente depois que celebridades e até formadores de opinião resolveram SE ASSUMIR!!!

Mesmo assim é fato que a relação com a familia ainda é feita com dificuldade!

Os pais geralmente se sentem perdidos quando seu filho assume uma postura e revela a orientação sexual que difere do que é chamada de normal.

Ficam infelizes, desorientados, desesperados.

E para mostrar o caminho existe a Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais. A ONG existe desde 1999. Foi fundada por Edith Modesto, 
que descobriu que seu filho caçula era gay sete anos antes. 

Na época, a professora se sentiu melhor com a situação por ter conversado com outras mães. 

Ao perceber que muitos pais sofriam com a descoberta de ter um filho que sente atração por pessoas do mesmo sexo, 
resolveu criar a organização, de início chamada Grupo de Pais de Homossexuais - daí a sigla GPH. 

A ideia deu certo e hoje a associação se expandiu. "O objetivo do GPH é a ajuda mútua entre pais que têm filhos homossexuais para que aceitem seus filhos e a família seja feliz. Como é a única ONG que trabalha com esse objetivo, e tem crescido muito, penso que deve ter valor para as pessoas", conta a presidente.

Se uma criança ou adolescente que descobre e resolve contar que é homossexual já tem muitas dificuldades para fazer isso, os pais e familiares mais próximos sentem, da mesma forma, dificuldades para entender a situação. Por isso, para Edith, é bom adquirir mais conhecimento sobre a diversidade de orientação sexual. "Além disso, conversar com outros pais na mesma situação também é ótimo.

A orientação do pai e da mãe é imprescindível para que a criança, adolescente ou até o adulto sofra menos. E não existe um jeito "certo" para fazer isso. "Os indivíduos não são iguais, as dinâmicas familiares também não. Temos de ver caso a caso o que será melhor fazer. De modo geral, o acolhimento e solidariedade sempre são a base de tudo", diz a professora.

Então, se você tem um filho homossexual ou mesmo suspeita de que ele se interesse por pessoas do mesmo sexo, o segredo é acolher para que ele ou ela esteja sempre próximo de você. Lembre-se que é seu filho, independente de sua opinião sobre a homossexualidade. Com amor e cuidado, vocês podem ter um bom relacionamento.

A GPH atualmente conta com seis "mães facilitadoras" capacitadas para conversar com mães e pais pelo Brasil (Rio de Janeiro, Minas, Santa Catarina e São Paulo). É um grupo fechado para pais de homossexuais, e a presidente garante que todas as informações e experiências compartilhadas são confidenciais. Quem quiser entrar em contato pode ligar ou ainda mandar um e-mail . fonte

telefone : (11) 3031 2106
email     : maes-de-homos@uol.com.br.

13 de jan de 2012

O que há de errado com elas?



A MATÉRIA DO DIS HOJE FOI ESSA :



Uma polêmica envolvendo gordinhas e anoréxicas estampou a revista americana Plus Model. Na capa, a modelo russa Katya Zharkova abraça uma modelo anônima visivelmente abaixo do peso. O contraste é acentuado pelo teor da reportagem, que além de criticar o padrão magérrimo das meninas de passarela, diz que estas jovens criaram um IMC próprio, o IMC da anorexia (IMC é o índice de massa corpórea, calculado pelo peso divido pela altura ao quadrado).
A justificativa vem logo em seguida: em um passado não muito distante (cerca de 30 anos atrás) as modelos de passarela pesavam 8% menos que a média da população feminina. Hoje em dia, são cerca de 23% mais magras. Os leitores, no entanto, atacaram não apenas o padrão de beleza anoréxico, mas também a moda das gordinhas. Segundo parte deles, assim como privilegiar as modelos de IMC 14 (o normal é entre 18,5 e 25) é um problema, militar do outro lado é um erro grave. “As modelos obesas são uma resposta a isso tudo, mas não devem ser o padrão”, escreveu uma leitora, inconformada. Concordo com ela. Há um meio-termo que não aparece nos editoriais de moda ou nas passarelas. Por que o corpo não pode ser como a das misses dos anos 80, curvilíneo e com IMC saudável, tamanho 40 ou 42? FONTE

Defendendo o meu lado de IMC não saudável, mas de tachas no lugar, porque não posso ser respeitada por isso ?!Porque ser diferente é tão ruim, por que não ser cópia afronta tanto ? Qual sua opinião ?!!

11 de jan de 2012

Adolescente supera bullying por causa da acne e se inscreve em concurso de beleza

Harriet Page, 18 anos, foi apelidada de tabuleiro de dardos pelos garotos da escola por causa do rosto cheio de marcas, mas tratou o problema e recuperou a auto-estima

Assim como muitos adolescentes, a inglesa Harriet Page, hoje com 18 anos, sofreu bullying na escola. O principal motivo era a forte acne que deixou muitas marcas vermelhas em seu rosto. 
Os garotos da escola a apelidaram de tabuleiro de dardos por conta dos pontos vermelhos na face. “Eu nunca tive vontade de voltar para a escola no dia seguinte”, disse a garota ao jornal britânico Daily Mail. Após sofrer algum tempo, Harriet procurou ajuda médica. O dermatologista receitou a droga mais poderosa para combater a acne durante quatro meses. 
O resultado do tratamento foi incrível. Harriet ficou apenas com uma pequena cicatriz e, finalmente, se sente segura para sair de casa sem maquiagem. 
Com a auto-estima recuperada, sua mãe sugeriu que a filha se inscrevesse em um concurso de beleza. Harriet aceitou a sugestão e se candidatou ao concurso Miss Hampshire 2012. “Esse é o meu primeiro concurso e eu não espero chegar a lugar algum. Por isso, ainda não pensei como seria vencer. Acho que se isso acontecer, vou ficar sem palavras”, diz a loira. 
Para Harriet, estar participando de um concurso de beleza já é uma conquista, não importa o resultado!

Meu pitaco (como diria a Nana!!): Infelizmente, o preconceito está em todo lugar. O que me chamou a atenção na matéria foi a superação! A sociedade tem que entender que nós fomos feitos para ser diferentes! E que defeitos todos temos, seja na aparência, seja no jeito de ser! Nada que não possa ser melhorado! Independente de ganhar ou não o concurso de beleza, ela já é uma vitoriosa!! Por ter saído por cima! As pessoas são pouco tolerantes, ficam querendo fazer chacota com tudo. Espero que a vida dessa moça melhore e que ela supere os traumas que essa fase da vida trouxe pra ela! 
Bom, é isso! Beijos e até semana que vem! Estou preparando um texto bem bacana para postar aqui no Blog!! Beijos!! Renata Cotta


10 Motivos Para Não Aprovar o Casamento Gay


Olá pessoas queridas, vim aqui trazer um texto muito interessante que o Loves dono do blog Gordinhas Maravilhosas me indicou por que além de achar minha cara ele achou tudo haver com o Peso, logo é motivo duplo para eu postar aqui. O texto é do blog Caixa Preta e foi postado no dia 6de janeiro.Como muita gente que leu lá no blog de origem não entendeu o que o texto quis passar vou explicar logo antes para que não ocorra o mesmo aqui, o texto não é uma piada e nunca foi homofobico, na realidade ele não passa de uma sátira as idéias super elaboradas (para não dizer retardado) que o povo usa como argumentação para proibir o casamento gay.

Se você está aí tranquilo achando que todas as coisas permanecerão em seus devidos lugares, fique alerta! Forças políticas estão conspirando para apunhalar a sociedade pelas costas e autorizar legalmente essa pouca vergonha de casamento gay.
Veja por que NÃO podemos jamais permitir esta loucura dos nossos legisladores:
1. Ser gay não é natural. Brasileiros de verdade sempre rejeitam as coisas artificiais, como lentes de contato, poliéster e ar condicionado.
2. O casamento gay vai encorajar pessoas a serem gays, da mesma forma que sair com pessoas altas vai fazer você ficar mais alto.
3. Legalizar o casamento gay vai abrir um precedente pra todo o tipo de comportamento maluco. As pessoas podem até querer casar com seus bichos de estimação.
4. O casamento hetero esteve aí este tempo todo e nunca mudou: mulheres continuam sendo propriedade dos homens, negros não podem casar com brancos e o divórcio continua ilegal.
5. O casamento hetero perderia o sentido se o casamento gay fosse permitido. O sacramento do casamento só de zoação de 55 horas da Britney Spears seria destruído.
6. Casamentos heteros são válidos porque produzem crianças. Casais gays, pessoas inférteis e pessoas velhas não devem ter o casamento permitido, porque nossos orfanatos não estão cheios o suficiente, e o mundo precisa de mais crianças.
7. Obviamente pais gays só criam filhos gays, assim como casais heteros só criam filhos heteros.
8. O casamento gay não tem o apoio dos religiosos. Numa teocracia que nós vivemos, os valores de uma única religião têm que ser impostos sobre todas as pessoas do país inteiro. É por isso que temos apenas uma religião no Brasil.
9. Crianças nunca podem ter sucesso sem o papel de um modelo de homem e mulher em casa. É por isso que na nossa sociedade é estritamente proibido pais ou mães solteiros criarem crianças sozinhas.
10. O casamento gay vai mudar os fundamentos da sociedade; nós nunca poderemos nos adaptar a novas normas sociais. Assim como nós não nos adaptamos aos carros, ao terceiro setor, vidas mais longas e a internet.

Valeu pela dica Loves
Bjo da Gorda para todos os amigos do Peso
Visitem meu blog A Gorda Revolucionaria

9 de jan de 2012

Mais uma vez... Racismo...

Oi queridos!

Voltando furiosa!

Cheguei em casa e vi uma publicação de uma amiga no face que me revoltou... Profundamente...

Em Curitiba, uma moça chamada Monica Bastos, sofreu preconceito no Facebook.

Um infeliz, tirou uma foto de um momento de carinho da moça com o noivo e resolveu "tirar um barato da situação"...

Um amigo da moça viu a postagem infeliz e a avisou, logo ela tomou providências, contatou os babacas que pediram desculpas a ela...

Mas bastam desculpas?? E o sentimento dela? Do noivo, que foi chamado de "velho tarado"??

Eu, Vanessa, teria processado,sem dó... Mas ela foi tão digna, que apenas aceitou o "pedido de desculpas".

As palavras dela, falam tudo e mais um pouco:

"O preconceito existe e está por toda parte!


Ontem ao voltar pra casa, logo após sair do teatro, fui vítima de preconceito, dentro do ônibus. No momento não me dei conta e não levei a sério, só escutava um grupinho dando muita risada e em alguns instantes tive a impressão de estar sendo fotografada.

O Fábio (meu noivo) e sua filha estavam sentados no banco da frente, como podem observar na foto e eu sozinha no banco de trás, ele colocou a mão pra trás e segurou minha mão, como sempre fazemos, e em alguns momentos fez cócegas no meu joelho e permaneceu segurando minha mão durante toda a viagem.

Quando nos dirigimos a porta para descer do ônibus, pude observar o grupinho, era um pessoal alternativo, a maioria gay (o que pra mim não fez diferença alguma. dado que preconceito não tem gênero), desci do ônibus e fomos pra casa. Minha surpresa foi quando um amigo me chamou no facebook e disse que havia encontrado uma foto minha na web e me enviou o link. Foi então que minhas suspeitas se confirmaram, fui tomada por um sentimento de pura tristeza e passei a me perguntar, como uma massa que sente o preconceito na pele, diariamente, quer exigir respeito da sociedade ao passo que não respeitam as diferenças? Posso estar generalizando, mas que fique claro que refiro-me a pessoas específicas, são eles: Thiago Zela https://www.facebook.com/profile.php?id=100002530355042 (foi quem tirou e postou a foto), Matheus Bortolatto https://www.facebook.com/profile.php?id=100002404228642, Guilherme Hair https://www.facebook.com/profile.php?id=100002704417261 e Matheus Mattos https://www.facebook.com/profile.php?id=100002769277663, que comentaram de maneira preconceituosa!

Todos erraram feio, mas na minha opinião, a situação tornou-se insustentável a partir do momento que eles usaram do pré-conceito nos seus comentários, a partir do momento que eles se acharam superiores, a partir do momento em que eles usaram a cor da minha pele e a cor do cabelo do Fábio para fazerem comentários e brincadeiras de mal gosto.

Mandei uma msg no facebook pra eles, dois deles desculparam-se e se disseram arrependidos, o Thiago Zela (que postou a foto) logo após minha abordagem respondeu, dizendo que já havia feito a parte dele e ninguém mandou eu não ter respeito no ônibus! O que??? Falta de respeito Thiago? Da minha parte que não foi, vejo coisa muito pior diariamente, você fez coisa muito pior ao tirar aquela foto e arquitetar uma maneira de me humilhar publicamente!

O fato é que eles desculparam-se após eu ter ameaçado denunciá-los, inclusive por racismo (por que sim, os comentários deles foram racistas). Enfim, não acredito no real arrependimento e estou divulgado o fato, justamente porque acho que não possos fechar os olhos diante dessa situação.

O Fábio me disse, amor, deixa pra lá, você vai se machucar e se stressar com isso. Ele não está errado, mas até quando vamos deixar pra lá? Até quando vamos fingir que o preconceito não existe? Até quando vamos aceitar o desrespeito? Até quando vamos dar um sorrisinho amarelo pra piadas e comentários desse tipo?

Desculpa pelo desabafo pessoal, mas me senti na obrigação de compartilhar esse fato, compartilhem também para que as pessoas fiquem atentas, no ônibus, no shopping, em qualquer lugar, você pode estar passeando com sua família e encontrar pessoal mal intencionadas, afim de zuarem com sua cara, te humilharem e o pior, serem preconceituosas! Enquanto a sociedade não assumir que o preconceito existe, enquanto não acharmos que um pedido de desculpa pode apagar a mágoa e fazer com que esqueçamos, enquanto não lutarmos para que pessoas como esses três rapazes citados acima reconheçam e assumam suas atitudes arcando com as consequências das mesmas, não teremos igualdade!"


A foto postada:


Eu sei que isso acontece todo dia, em diversos lugares DO MUNDO!

Mas se eu calar, se a Monica se calasse, se a Nana calasse, se vocês se calarem, vai continuar do mesmo jeito, o preconceito comedo solto por aí afora...

Beijos!







8 de jan de 2012

Violência psicológica é 2º lugar nas denúncias



"A  violência psicológica ocupa o segundo lugar no ranking de notificações nos serviços de saúde, com mais de 49% de casos sofridos por mulheres.

Segundo  a coordenadora da área técnica de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde, Marta Silva, a mulher não percebe que está com esse problema em casa. ”Violência psicológica pode se manifestar na forma de xingamento, humilhações, desprezar, não olhar para a pessoa ou mesmo no ambiente de trabalho, que é o assédio moral, é uma violência psicológica.”

Segundo a coordenadora, essa violência repetitiva deixa marcas. “Isso ao longo dos anos começa a afetar a própria saúde mental da mulher. Ela pode ficar deprimida, somatizar alguns problemas ter alguns distúrbios físicos e muitas vezes a violência psicológica não vem sozinha com o tempo ela pode vir acompanhada com a violência física.”

Atualmente os profissionais de saúde são obrigados a notificar os casos de violência contra mulher, inclusive a psicológica. A partir dessas denúncias é possível iniciar um trabalho de prevenção."

Pensem que essa é uma matéria que li em outubro do ano passado...não a muito tempo, mas sem solução...e quantos outros problemas como esse mas antigos que andar pra trás ainda estão na mesma...Dá uma revolta, sensação de impotência, tristeza, dor e tantos outros sentimentos ruins...

As vezes me pego pensando que não dá pra fazer nada realmente...

4 de jan de 2012

Casal espanhol diz que filho negro foi expulso de restaurante em SP


Não sei se todos acompanham mais esse drama que vem circulando a midia, mas fica aqui minha duvida.


Dona diz que gerente só perguntou onde estavam os pais de garoto negro.Criança teria então se assustado e saído do restaurante.

O restaurante, no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, foi acusado por um casal de espanhóis de expulsar no dia 30 o filho deles, um menino negro de 6 anos, adotado na Etiópia. Segundo os pais, ele foi segurado pelo braço e levado até o lado de fora.

Ela afirmou que o gerente apenas conversou com o menino e o questionou sobre a presença dos pais porque ele estava próximo à mesa de self-service, onde o fogo é mantido acesso para esquentar as panelas. “Simplesmente perguntou para ele. Onde está sua mãe? Onde está seu pai?”. 
Segundo ela, o menino ficou com medo e decidiu correr.

A polícia investiga o caso. O delegado Márcio de Castro Nilsson afirmou que, pelas circunstâncias, "tende a ter ocorrido um delito de preconceito de raça ou de cor".

Complicado não acham, a proprietaria do restaurante, argumentando dessa forma, transforma os pais em mal educados...por não conversarem com eles....e o filho no culpado...
O menino se diz assustado por ter sido ameaçado, nesse caso mais um de tantos só cabe mesmo a justiça...testemunhas e Deus pra encaminhar as coisas.

Que tudo se encaminhe!

Agora mudando de assunto ou quase nada....

Fica aqui minha indignação...o preconceito existe sim e é fato, mas temos que tomar cuidado pois tudo que se fala hoje PODE E DEVERA SER USADO CONTRA VC NO TRIBUNAL!

Já perceberam que em alguns casos as pessoas vem se aproveitando de tudo, não atras da moral e sim  atrás de beneficios financeiros.

Fico abismada estamos no 4º dia de 2012 e nunca ouvi tanto a frase 'EU TE PROCESSO"

O que falta ? Mudança de leis ? o que vocês acham disso tudo ?!



#WTFF??!

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