O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

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30 de jan. de 2012

Mais amor no mundo



"Espalhe que o amor não é banal. E que, embora estejam distorcendo 
o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos de hoje, ele existe."

UMA SEMANA ABENÇOADA A TODOS !


7 de nov. de 2011

Dica da semana BASTAR




"As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas. Temos que nos bastar, nos bastar sempre, e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida." 

-- Mário Quintana --

19 de jan. de 2011

Criança gordinha é a que mais sofre preconceito na escola



As frequentes brincadeirinhas entre colegas de escola que, em muitos casos, se transformam em perseguição e maus-tratos, têm um alvo preferido: as crianças acima do peso. Obesos ...


As frequentes brincadeirinhas entre colegas de escola que, em muitos casos, se transformam em perseguição e maus-tratos, têm um alvo preferido: as crianças acima do peso. Obesos com idade entre 8 e 11 anos têm 63% de chances a mais de serem vítimas de bullying, seja qual for sua raça, condição econômica e desempenho escolar. 

A conclusão é de um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, realizado com 821 crianças. E não é de hoje que os quilinhos a mais são motivos de deboche entre os pequenos. A pesquisa aponta, inclusive, que 45% das mães entrevistadas tinham consciência do problema que as crianças enfrentavam.

“Ser chamado por apelidos nada amigáveis como ‘rolha de poço’ e ‘baleia’ não é fácil. Algumas crianças até não se importam com isso, mas a reação depende da autoestima de cada um. Os pais devem estar sempre atentos às mudanças de comportamento e ouvir o que os filhos têm a dizer”, alerta a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Penha Peterli.

Para ela, crianças que praticam bullying apresentam falhas com relação aos princípios éticos e morais repassados pelo círculo social com o qual convivem. “Em grupos, elas se sentem mais fortes e capazes de afetar negativamente outras pessoas, que consideram menos privilegiadas”, explica.

Para a pediatra e coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Lilian Gonçalves Zaboto, é preciso tratar a obesidade antes que ela se torne um problema para a criança. “Os pais devem cuidar, antes de tudo, da saúde dos seus filhos, antes que ela se torne um problema em outros âmbitos. Em muitos casos, as crianças só conseguem superar a agressão com acompanhamento médico”, avisa.

Após comentários, menino perde 25kg em 5 meses 
O que pode parecer brincadeira comum entre crianças acabou gerando uma doença grave no garoto britânico Taylor Kerkham, de 11 anos. Ele luta contra a anorexia e viu seu peso cair de pouco mais de 50 quilos para cerca de 25 quilos em meses. Segundo o menino, tudo começou por causa de “alguns comentários” de colegas, que disseram que ele era “cheinho”. Esses comentários levaram-no a passar cinco meses internado num hospital de Manchester no ano passado, enquanto sua família e os médicos tentavam persuadi-lo a comer. Só com a ajuda de uma nutricionista e o apoio de sua família, Taylor conseguiu recuperar o peso normal para sua idade.

Bullying pode levar à depressão infantil 
As consequências do bullying para uma criança que já sofre com outro problema, como o excesso de peso, podem ser desastrosas no futuro, alertam os especialistas. “Tudo pode começar com o isolamento. Porém, quando a criança passa a pedir para não ir à escola ou a trocar de escola, é preciso redobrar a atenção. Se esse medo não for tratado, ela pode desenvolver problemas de relacionamento no futuro e ter, inclusive, depressão infantil”, diz a psicopedagoga Penha Peterli.

A pressão social sofrida desde cedo para que as crianças estejam dentro dos padrões estéticos acabam agindo contra a autoestima, diz a pediatra Lilian Gonçalves Zaboto. 
“Não são raros os casos de meninos e meninas que chegam ao consultório porque precisam superar problemas maiores que os da própria saúde. É preciso que os pais mudem o estilo de vida dessas crianças. Amar é também saber dizer não a muitas coisas, como aos excessos e aos alimentos não-saudáveis”, defende a pediatra.

10% das crianças estão acima do peso 
A obesidade sempre foi o alvo preferido de crianças na hora de debochar dos colegas na escola. Hoje, porém, o problema é ainda mais frequente, devido ao aumento da população infantil com excesso de peso no país. O IBGE identificou, em 2009, que cerca de 10% de crianças e adolescentes brasileiros tinham problema com sobrepeso, e 7,3% sofriam com a obesidade.

De acordo com a pediatra e coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Lilian Gonçalves Zaboto, existem pesquisas que apontam para uma perspectiva ainda maior: de que cerca de 40% das crianças e adolescentes brasileiros estejam acima do peso ideal. 

O que não muda, porém, é a pressão que sofre esse grupo. “Assim como o número de crianças com sobrepeso, aumentou também a exigência do corpo perfeito”, explica.

Autoestima à prova 
Saiba se seu filho é vítima e como agir

Como prevenir 
Autoestima. É importante trabalhar a autoestima da criança desde pequena. Uma dica é nunca observar os “defeitos” dos filhos de forma negativa, mas mostrar com naturalidade que as diferenças existem e que não devem ser encaradas como problema

Confiança. Estabeleça uma relação de confiança e diálogo com a criança para que ela se sinta sempre à vontade para contar aquilo que lhe fizer mal

Como perceber 
Perda de interesse pela escola
Vontade de trocar de escola
Sentimento de fracasso e de não merecimento
Isolamento
Timidez excessiva
Reações estranhas a situações normais, como chorar ao ter que escolher uma roupa para vestir
Em muitos casos, as agressões são interiorizadas pela criança. Ela acaba achando que é aquilo que os outros dizem que ela é

Como ajudar 
Diálogo. O ideal é que ela se sinta confiante para contar sem ser delatada pelos pais a outras pessoas

Escola. Converse com professores e com a direção da escola. Peça para que a escola identifique e oriente os pais dos alunos envolvidos ou não na agressão

Valores. É importante que os pais, em primeiro lugar, aceitem a criança como 
ela é para ajudá-la a aceitar o próprio corpo


Texto retirado da GAZETA ON LINE

#WTFF??!

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