A Violência Doméstica é no âmbito do Direito, uma matéria muito discutida, mas, com poucas conclusões. Ela tem sido muito comentada depois de sancionada a “Lei Maria da Penha”( LEI Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006) que tem como principal objetivo coibir as ações dos agressores com penas mais severas.
Nesses 7 anos de Lei sabemos que muitas coisas já foram feitas, porém podemos ir bem além do que já vem sendo feito, pois as autoridades responsáveis só poderão ajudar se houver pessoas que queiram ajuda, ajuda essa que não podemos invadir a vida alheia podemos orientar, mas nada além disso.
Esse tipo de violência é mais comum do que imaginamos, porém age de forma muito cruel e silenciosa. As mulheres ainda não se sentem seguras para denunciar o agressor.
As violências sofridas não têm distinção, pois, podem fazer parte de todas as classes sociais, etnias, credos, sociedades, etc. O medo, o estresse emocional e psicológico, ainda impede a vítima de tomar alguma atitude contra seu agressor.
Além destes fatores devemos considerar também a desinformação sobre as Leis que as protegem. Conscientizá-las de que não estão sozinhas e que existem entidades públicas e privadas preocupadas em atendê-las e dar suporte no que for necessário, é a nossa missão.
Não se deixem mais se levar por sentimentos porque hoje ele te bate amanhã ele poderá te matar, que isso não sirva só para Marias, mas também para Anas, Julianas, Patrícias, Paulas, Francines, Marlenes para vocês meninas, crianças e mulheres temos que desmascará-los e acabarmos com o machismo que da mesma forma que eles são homens e nós somos mulheres, porem ambos classificados como seres humanos sem distinções.










