O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

25 de mar de 2011

O peso do DESCASO



Posso contar nas mãos o numero de gordos que querem dizer alguma coisa pro mundo, não estou falando dessas fulaninhas e dos fulaninhos que dizem que se aceitam como são, eu estou falando é de por a cara na rua(ler-se todos os lugares) para dizer “epa” eu sou gordo e isso não influencia em nada na sua vida.
O costume geral é ouvir calado, baixar a cabeça e fazer-se de lerdo igual cachorro quando finge de morto, tampa a cara com as orelhas e fica lá fingindo que o mundo parou, é tão mais fácil, então vai um dia que  a revolta bate, e o mais simples dos comentários afeta e gordo manso resolve brigar, tirar o atraso tocar a marra.
Se isso resolvesse eu diria vamos todos nos reunir, juntem-se gordos do Brasil vamos montar uma liga de boxe. Porem a coisa é bem mais feia e funda que se imagina, não é uma reação desesperada do momento que vai mudar a realidade infeliz que é apresentada para nos, é preciso dedicação, coragem e perseverança para fazer algo acontecer.
Não se faz nada de um dia para oi outro, não se muda um cenário social da noite pro dia, e muito menos com meia dúzia de pessoas. É preciso apoio, união de vários para gritarem juntos numa voz em coro assim como fazem os protestos dos presos nas celas das cadeias.
Estamos presos em celas invisíveis barreiras pessoais que nos impedem de dizer eu estou aqui estou vivo e quero que você me respeite, como iremos cobrar uma visibilidade alheia se nos mesmos não nos enxergamos. É hora do basta. E essa hora esta sendo retardada a tempo demais. O gordo precisa se reconhecer como gordo e entender que quem não junta forças não resolve problema.
Ninguém no mundo conseguiu fazer revolução com silencio nos não vamos ser os primeiros gordos do Brasil botem a boca no mundo. Calado e omisso você não chega a lugar nenhum, nem mesmo diante do espelho sem se sentir inferior, adote a consciência fat, identifique-se como gordo, tenha respeito por si mesmo.

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Um comentário:

  1. Vou mais além minha amiga Nana...levantemos a bandeira do "não ao preconceito"...a todos. Não consigo entender uma sociedade que tenta jogar fora sua maioria em beneficio da minoria. Tem hora que me dá nojo. Gordo é malandro, cego é incapaz, surdo é retardado, cadeirante é coitado e por aí vai. Sociedade hipócrita que na hora da eleição o gordo, cego, surdo, cadeirante, negro...é o eleitor perfeito.

    Concordo com vc Nana...temos que colocar a boca no trombone.

    Beijos

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