O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

2 de nov de 2013

Mais um projeto contra o preconceito e discriminação de orientação sexual e identidade de gênero.



Na última quinta-feira (25/10), entrou em votação na ALERJ um projeto de autoria do Poder Executivo que prevê punição a estabelecimentos e entes públicos que pratiquem atos de discriminação de orientação sexual e identidade de gênero. 

Mesmo com o nobre objetivo, a proposta recebeu críticas absurdas, algumas até sem compromisso nenhum com a verdade. Uma verdadeira decepção com colegas que se posicionaram contra a garantia do direito de livre expressão, consagrado pela Constituição Federal.

Meu posicionamento é simples e direto com relação a este tema, e por isso mesmo fiz questão de deixar registrado nos anais da Assembleia meu apoio a toda e qualquer legislação que tenha por finalidade o fim o do preconceito, seja ele de raça, cor, sexo ou orientação sexual, independentemente do autor da proposta. Os direitos individuais não dizem respeito ao parlamento, à igreja, a ninguém. Se não conseguimos respeitar esta pequena convenção, que dirá o resto. Não deveríamos ter preconceito de nada neste mundo, e é preciso deixar isso bem claro.

Discutir a homossexualidade como doença é assunto que deveria estar superado, já que há mais de 20 anos a própria Organização Mundial de Saúde não o faz. Esta é uma condição do indivíduo, e tem que ser respeitada, não tratada como moléstia ou infração. Só teremos uma sociedade realmente livre, justa e solidária com respeito e preservação das liberdades individuais garantidas na Constituição Federal.

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Um comentário:

  1. Olá, achei muito bacana o texto, minha turma esta participando de um projeto e nos foi proposto a criação de uma blog, para falarmos de assuntos como o preconceito, homossexualismo, discriminações em geral, agradeço muito se derem uma olhadinha no nosso blog. Desde já, muito obrigado http://vozessilenciadasifnm.wix.com/solteasuavoz

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