O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

23 de nov de 2013

Abaixo a Mulher Capacho



Hoje vim com uma dica de leitura ... meu interesse começou quando achei um texto que dizia :

Não ignore o sinal vermelho, nem a sirene que toca dentro de você. É o aviso para quem dá mais do que recebe em um relacionamento.
Fugir é inútil, fingir, pior ainda! Você pode se tornar uma 'mulher capacho'.
O problema é que nós não resistimos ao escapismo quando se trata de um amor que vai mal. Alguns homens também, mas, convenhamos, essa atitude é um clássico feminino.
Fabricamos desculpas como "daqui a pouco passa", "é só uma fase", "a culpa é minha", "eu é que sou insegura", "homem é assim mesmo" e por aí afora.
 
Qualquer coisa vale para não ter que encarar a realidade de que ELE causa frustração, carência, decepção, tensão,solidão e muitos outros "ãos" que podem nos levar ao sentimento de rejeição até à depressão. Enfim, esse amor não funciona, não completa, tira a alegria de viver, embota o prazer, faz a velha rima com a dor. Mas a gente quer e insiste! Pagamos qualquer preço para não "perder" o amado, até mesmo o de pisar em nossos sentimentos e permitir que ele faça o mesmo.
 
Anular-se até parece fácil. Viver de esmola afetiva parece justo.
 
Sofrer faz parte. E começa a mutilação sentimental.
 
A visão distorcida de união, de vida a dois.
 
Uma rotina de erros, de pequenas mortes diárias...
 
VÍCIO
 
Sou salto mortal sem rede Temporal que não mata a sede É labirinto tudo o que sinto Quero sangue ou vinho tinto?Um brinde ao caos no peito A esse amor que não é torto nem é direito Coisa de mulher que faz da paixão um vício,dor, prazer e precipício...
 
Sonia Abrão

Sinopse:

Este livro pretende ser uma conversa com mulheres que fazem qualquer coisa para não perder um "amor", 
para manter um relacionamento, que, no fundo, só faz mal e por qual elas acabam pagando um preço alto: o de pisar em seus próprios sentimentos e permitir que "ele" faça o mesmo!

É a partir daí que essas mulheres começam ter a síndrome da mulher capacho: se anular parece fácil, viver de esmola afetiva parece justo e até se convencem que sofrer faz parte da situação. Qualquer coisa vale para não ter que encarar 
a realidade de que esse amor não funciona, não completa, tira a alegria de viver, torna-se insensível ao prazer e faz a velha "rima" com a dor.

Como perceber que caiu nessa armadilha?

É só sentir que está dando mais do que recebe... 
Como pular fora?

É só ler o livro até a última página...

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2 comentários:

  1. Muito obrigada pela visitinha que fez ao meu blog Tudo Sobre Garotas,eu AMEI O SEU BLOG,ELE É MUITO PERFEITO!Queria parabenizá-la pelo blog!E é claro,já estou seguindo!O blog sempre estará de braços abertos a você!
    Beijos,Estelarmari!

    ResponderExcluir
  2. Olá Nanda,
    Obrigada pela visita lá no blog. Passei por aqui (o nome do blog me interessou) e ñ e que encontro uma postagem sobre livros (linda, Kkk) que ensina as mulheres a se respeitarem e ter um pouquinho de feminismo implantado em si mesmas? Amei e assim que postar o comentário, seguirei blog!
    Bjs,
    Eve C. Maia

    ResponderExcluir

Bem vindo(a), obrigada pela visita !!!
Fique á vontade e não esqueça de seguir :)
Comentários são sempre bem vindos *-*

#WTFF??!

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