O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

1 de nov de 2013

Cinema: ‘Carrie’ regressa sem misericórdia



'Carrie' revelou a sua ira pela primeira vez em 1976. Passados 37 anos, a jovem vítima de bullying e do fanatismo da mãe está de volta. Sem perdoar.

Título original: 'Carrie'
Género: Drama
País de origem: EUA
Realizador: Kimberly Peirce
Elenco: Chloë Grace Moretz, Julianne Moore, Gabriella Wilde
Argumento: Lawrence D. Cohen, Roberto Aguirre-Sacasa
Veja mais sobre o filme no IMDB (sigla do termo Internet Movie Data Base - a maior enciclopédia de cinema e séries da Internet - em inglês).

A nova versão deste clássico do terror é dirigida pela realizadora Kimberly Peirce, que tem o filme "Os rapazes não choram" (1999) no portfólio. Peirce respeita o guião original, aplicando, naturalmente, as técnicas do cinema moderno à produção, o que confere ao filme um impacto em sala que permite aos jovens desta geração senti-lo ainda com mais intensidade.
A mãe de Carrie, Margaret White, é Julianne Moore, que a 3 de outubro ganhou a estrela no passeio da fama, e que é perfeita para o papel. Fanática religiosa que fecha a filha desde a infância num armário tornado altar , tenta de tudo para Carrie não ir ao baile de finalistas. A jovem só consegue libertar-se da proibição da mãe para ir à gala usando o poder de mexer objetos com a mente (telecinesia).
O mesmo poder que usará no baile, depois de humilhada.

Trazendo o filme que é ficção para tocar no assunto que a tempos existe e que agora se tornou "normal"  :  A Vingança.
Como hoje em dia as pessoas estão preparadas pra "dar o troco" com facilidade.
É feio demais, pelo menos fui ensinada a não agir assim, o comportamento das pessoas tem me assustado.Eu mesmo não sei qual meu limite, mas vigio sempre.Não estou disposta a agir por vingança.Quero saber falar, calar e agir.

O que vocês acham disso ?

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