O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

29 de jun de 2012

Gravidez na adolescência: educação é o melhor método



Levar conhecimento aos jovens e mostrar que existem métodos contraceptivos é a melhor opção para prevenir a gravidez na adolescência.
De nada adianta reclamar do preconceito que sua filha vai sofrer e ate vc mesmo...é melhor abrir o jogo ser realista e mostrar que há meios !


Foi-se a época em que uma menina de 12 anos só pensava em brincar de boneca. No Brasil, a idade média da população feminina para a ocorrência de gravidez é de 15,9 anos, de acordo com um estudo do Ministério da Saúde, enquanto que na América Latina são 54 mil nascimentos registrados com mães menores de 15 anos.
O que falta é orientação correta para evitar uma gestação não planejada: neste ponto, os pais possuem um papel fundamental para educar os jovens sobre a saúde sexual e métodos contraceptivos.
A educação é o melhor método
“Levar conhecimento aos jovens por meio de ações educativas, mostrar que existem métodos contraceptivos e indicar que eles têm acesso a diversas alternativas são medidas que podem reduzir o número de gravidez em adolescentes”, aponta César Fernandes, professor da Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC e presidente do SOBRAC.
“Não é só responsabilidade dos jovens. Os pais, educadores e os próprios médicos podem e devem orientá-los sobre como evitar uma gravidez precoce e quais as consequências acarretadas”, explica o médico.
A educação deve começar desde cedo, tratando o assunto da reprodução humana com naturalidade e sem preconceitos. A seguir, por volta dos 9 ou 12 anos, quando os filhos tiverem em pleno desenvolvimento das suas características sexuais, a conversa pode seguir para a conscientização dos riscos de uma gravidez indesejada e das doenças sexualmente transmissíveis.
Além disso, no caso de mulheres, uma visita ao ginecologista pode ajudar muito os pais. “É uma boa oportunidade para se falar de iniciação sexual, de sexo seguro e de contracepção”, ressalta César.
Consequências para a vida toda
Para Afonso Nazário, professor e chefe do Departamento de Ginecologia da UNIFESP, ao prevenir uma gestação, os jovens podem evitar um impacto social e psicológico em uma fase importante da vida deles, onde o estudo e lazer devem ser priorizados. “A gravidez não planejada neste período também pode levar a frustrações e dificuldades na formação profissional e na inserção mais tarde no mercado de trabalho”, ressalta o especialista.
Se não for possível evitar, César Fernandes lembra que “o mais importante nestas circunstâncias é oferecer apoio incondicional à adolescente, para minimizar os danos que certamente virão com o transcorrer desta gravidez”.
Forçar o casamento pode não ser uma opção. “Casamentos decididos desta maneira costumam fracassar e durar muito pouco tempo”, lembra o professor. Tudo vai depender do vínculo afetivo do jovem casal, a maneira como ambos veem esta questão e a estrutura emocional e financeira da família.
  • Consultoria: César Eduardo Fernandes, médico e professor livre docente da Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC e presidente do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC). Afonso Nazário, Professor Livre-Docente e Chefe do Departamento de Ginecologia da UNIFESP.
Fonte:PapoFeminino

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6 comentários:

  1. Otimo assunto!
    A adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos.Então nada mais justo, do que a propria familia orientar e mostrar o que se ganha e também o que se perde com isso.

    Adoro esse blog
    grande beijo ;*

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  2. Sou mãe e engravidei muito nova e sei muito bem o que é ser julgada,apontada e sofrer preconceito.Hoje em dia as crianças já não são as mesmas e com certeza espero não cometer com minha filha o mesmo erro que minha mãe cometeu comigo.
    Sempre desde mais nova disse a ela, eu sou sua amiga, duvidas, perguntas e reclamaçôes devem chegar a mim, e vendo teve, conversando, lendo procuro mostrar sobre a vida, as coisas que acontecem e jamais coloco medo dizendo que tudo é ruim e não pode, sempre exponho da melhor forma as consequencias de tudo.Cabe realmente aos pais educar, falar sobre sexualidade e ndicar um médico, tratar sexo como assunto de adulto apenas já não faz sentido.

    beijos

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  3. Bem eu acho que a educação resolve todos os problemas do mundo, concordo plenamente que os pais devem alertar, conversar e explicar só que existe um fator que por se só explica bem a situação, no próprio texto fala sobre os adolescentes de hoje não serem os mesmos de antes e é ai onde está a grande logica antes não se tinha acesso a informações, nem a família, nem as escolas e muito menos a televisão falava sobre esse assunto antes eram jovens despreparados sem acessoa a nada que pudesse explicar o que fazer, hoje muito pelo contrario sexo é um assunto tratado diariamente em todos os locais, tv, escola, casa internet, tudo é explicado linha a linha não existe essa desenformação mais porem, os jovens preferem se arriscar e é por escolha, por gosto e não por ignorância sobre o assunto, as coisas são feitas por motivos variados, para afrontar a família, para mostrar-se diante de um grupo ou simplesmente por vontade de ter um filho como mostrou o profissão repórter na globo, de todas as entrevistadas todas sabiam o que estavam fazendo e fizeram por querer, ate mesmo a mais nova de todas que tinha 11 anos de idade disse que engravidou porque era vontade dela ter um filho para cuidar.

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    1. Ter acesso a informação qualquer um tem , mas quem disse que jovem se propoe a ler sobre informações...querem mais e bagunçar na net!

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    2. Na minha opinião certamente os pais, principalmente a mãe orientar os filhos sobre a gravidez,
      eu tenho uma amiga que ela engravidou aos 16 anos e sua mãe o que fez?
      Expulsou ela de casa sem saber onde ela iria,,, a mãe nem conhecia o namorado dela e ficou por isso mesmo... Agora ela esta perto de ganhar o bêbê e a mãe nem se quer ajuda, pergunta.
      Esse papel de mãe foi horrível. Eu tenho 16 anos e estou planejando meu filho daqui 1 a 2 anos.
      Enfrentarei as críticas da sociedade... Meu sonho.

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  4. Estou gravida,as vezes pessoas mais velhas e outras fofoqueiras,chegam pra mim e a única coisa q eles sabem perguntar e,vc tem quantos anos e eu respondo sem nenhuma vergonha:eu tenho 14 anos,e apenas pelo modo deles todos me perguntarem,a maneira como eles falam,só essa maneira já me mágoa muito,me sinto muito mal,até choro bastante!

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