O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

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8 de mar. de 2014

Um feliz dia do Precisamos de mais respeito para todas nós mulheres

Feliz dia da mulher pra você que trabalha no mesmo cargo e ganha menos que um homem.
Feliz dia da Mulher pra você que não consegue uma politica publica que de verdade te valorize.
Feliz dia da mulher pra você que sabe o que é ter medo de andar na rua a noite e poder ser roubada e estuprada.
Feliz dia da Mulher para você que perdeu o marido por que engravidou e não é mais tão linda como antes. (na cabeça dele)
Feliz dia da mulher pra você que sofre assedio sexual no transporte publico.
Feliz dia da mulher pra você que é o chefe da casa, mas todo mundo acredita que homem é o sexo forte.
Feliz dia da mulher pra você mulher negra que perde a chance de se casar porque socialmente mulheres negras ñ são boas o bastante.
Feliz dia da mulher pra você que leu tudo isso e ainda não achou o motivo pra ser feliz porque todo mundo fala em igualdade conquistou o direito de votar, mas ainda não conseguiu o direito de sair nas ruas com uma roupa mais curta sem ser chamada de de vadia e tem certeza que direitos iguais é só uma frase bonita porque se você se comporta da mesma maneira que um homem você é puta. 
Bjo da Gorda Milly Costa: É eu sou sempre do contra, contra o convencional.

5 de jul. de 2012

Respeito a arte essencial da vida

Olá, Em meu primeiro texto no blog trago um assunto essencial ao dia a dia:




O respeito é a forma mais concreta de afeição e de carinho pelo próximo.Nossos limites terminam onde começam o do outro e conhecer essa imposição é essencial na vida. Seja a matéria (corpo, estatura, cor de pele ou de olhos) ou as crenças que a pessoa traz, respeitar a opinião alheia é um ato muito saudável para o convívio social. Em um tempo onde tudo é muito rápido e as notícias se espalham como rastro de pólvora, saber o que falar, como falar e quando falar faz parte da etiqueta diária. O preconceito começa com a falta de respeito, podemos não gostar ou não com a crença, as opiniões ou com a pessoa, mas devemos saber responder seus argumentos e suas provocações de forma educada porque responder da mesma forma depõe contra nossa pessoa.



Imagine quantas guerras, quantos conflitos não seriam evitados seo respeito fosse a matéria principal abordada de forma silenciosa nesses encontros. Minha mãe sempre diz que certas coisas devem ser mantidas para nós de forma a evitar conflitos e a não manchar nossa imagem diante do mundo. Algumas palavras e discursos devem ser evitados porque cabe a cada um de nós a consciência do que somos, queremos ou gostamos independente das opiniões alheias ou modismos aviltantemente globalizados. Até a próxima, Roberta Martorelli www.modicesdebebe.wordpress.com

14 de dez. de 2011

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA



"Preconceito religioso é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças ou crenças religiosos de terceiros. Poderá ter origem nas próprias crenças religiosas de alguém ou ser motivada pela intolerância contra as crenças e as práticas religiosas de outrem. A intolerância religiosa pode resultar em perseguição religiosa e ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou em outra." [Arquivo E]

Natal é uma época onde a discórdia religiosa se acentua,pois nossas crenças, cultura e religião se diferem demais, então devemos nos policiar, respeitando assim a escolha do próximo.
O preconceito, independente de qualquer natureza deve ser inaceitável, ainda mais na religião, cada um tem o direito de crer no que quiser desde que não ofenda nem ameace a integridade dos outros!!!

26 de mai. de 2011

Apontar os defeitos


Se nossas críticas em relação aos defeitos dos outros ficassem somente como uma  observação ao fato em si, 
seria até aceitável. O problema é que a gente estende para além do comportamento "inadequado" da pessoa que errou, procurando outras falhas como a do caráter e tornando a vida social da pessoa pior do que é.Mas acredito num exercicio inteligente, onde todos os dias voce toma um tempo pra pensar como foi seu dia e onde você "pecou".
Assim é mais facil deixar de lado a vida alheia e faz com que você tome conta da sua se tornando um ser humano melhor.
Eu faço esse exercicio e costumo me surpreender com o resultado,aprendi sim a respeitar espaços, opiniões e aceitar diferenças.Sem hipocrisia até porque eu quando não estou contente acabo errando e agindo por impulso e ja me vi magoar pessoascom uma palavra apenas e por puro descuido.Acredito no estudar o nosso íntimo para descobrir porque determinadas grosserias nos deixam irritados ou também grosseiros a ponto de pagarmos na mesma moeda.
E isso mostra o quanto podemos ser cegos em relação a nós mesmos.

Tem uma história assim: 

"Olhou do seu vitrô, apontou para o quintal da vizinha e disse ao marido: 
- Há dias venho observando como é encardida a roupa da vizinha.
Eu teria vergonha de pendurar no varal uma roupa tão mal lavada. Isso é relaxamento, um desleixo... Na verdade, acho que é preguiça. 
O tempo passava... e, cada vez que ela voltava a observar, as roupas tinham um aspecto pior.
Certo dia, uma surpresa! Ao reparar nas roupas da vizinha, ficou abismada. Estavam brancas, limpinhas, as cores vivas. 
- Criou vergonha - disse ela. - Perdeu a preguiça e esfregou mais, ou então trocou a marca do sabão.
- Nada disso - replicou o marido. - Fui eu que lavei. 
- Lavou a roupa da vizinha? - Não, mulher, lavei o vidro da janela. Era ele que estava encardido. 

Moral da história: geralmente o defeito que notamos no outro está em nós mesmos. Projetamos fora o que está dentro de nós."

5 de abr. de 2011

Empregada discriminada por obesidade recebe indenização


Grávida, uma assistente de qualidade, demitida por insubordinação, conseguiu reverter a dispensa por justa causa e ainda comprovar o assédio moral de que foi vítima por parte do seu chefe, o gerente da fábrica. Testemunhas confirmaram que o gerente tratava os funcionários de forma grosseira, chamando-os de incompetentes. Dizia que pessoas gordas não serviam para ele, e que “faria a rapa nas gordas”. Condenada a pagar R$ 10 mil pelos danos morais causados à ex-funcionária, a Coplac do Brasil Ltda. ainda tentou se livrar da indenização recorrendo ao Tribunal Superior do Trabalho, mas a Oitava Turma, na sessão da última quarta-feira (30), não conheceu do recurso. 

Empregada da Coplac de janeiro de 2008 a agosto de 2009, a assistente de qualidade afirmou que as perseguições começaram quando informou à empregadora que estava grávida. Contou ter sido chamada de “gorda e vagabunda” pelo gerente e depois afastada de suas atividades por um mês e meio, sob alegação de cumprimento de banco de horas. Quando retornou, foi transferida para o almoxarifado, sem nenhuma atribuição. Até que, após dez dias, demitiu-a por justa causa, alegando indisciplina e insubordinação, quando estava no quarto mês de gravidez. 

Na versão da empresa, os problemas começaram quando a mãe da assistente foi substituída no cargo de gerente da fábrica. A partir daí, teria deixado de ser uma boa funcionária. Segundo a Coplan, a empregada não aceitava as ordens dadas pelo novo gerente, enfrentando-o, e esse motivo seria suficiente para a demissão por justa causa. Com base nos depoimentos das testemunhas da empresa e da trabalhadora, a Vara do Trabalho de Itatiba, onde foi ajuizada a reclamação, concluiu que não havia provas de falta grave por parte da empregada - que alegou nunca ter sido advertida ou suspensa - e julgou infundada a demissão por justa causa. 

Ao contrário, para o juízo de primeira instância havia era motivo para a empresa pagar indenização por danos morais à assistente, por ter sido maltratada pelo gerente. A Coplan foi, então, condenada ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais, além das verbas rescisórias, e indenização correspondente ao período de garantia de emprego decorrente da gravidez. Com recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), a Coplac conseguiu diminuir o valor de indenização por danos morais para R$ 10 mil. 

No recurso ao TST, a empresa não teve êxito. A decisão regional foi mantida, pois a Oitava Turma, acompanhando o voto da relatora, ministra Dora Maria da Costa, considerou inviável a revisão do julgado por demandar reexame do conjunto de fatos e provas. 

Fonte: TST - Tribunal Superior do Trabalho

14 de jan. de 2011

Conserve o jardim



Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. Pois ela tinha engordado e causava nele tamanha vergonha 
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra: 
- Ame-a. E logo se calou. 
- Mas, já não sinto nada por ela! Ela esta muito gorda !
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio. 
E diante do desconcerto do senhor, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte: 
"Amar é uma decisão, não um sentimento; amar é dedicação e entrega. 
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. 
O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. 
Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou "excessos" de chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim. 
Ame seu par, ou seja, aceite-o do tamanho que for, valorize-o mesmo que esteja fora dos padrões, respeite-o mesmo que ele pareça diferente, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o do jeitinho que ele é. 
Isso é tudo. Ame! 


* A inteligência sem amor, te faz perverso. 
* A justiça sem amor, te faz implacável. 
* A diplomacia sem amor, te faz hipócrita. 
* O êxito sem amor, te faz arrogante. 
* A riqueza sem amor, te faz avaro. 
* A docilidade sem amor te faz servil. 
* A pobreza sem amor, te faz orgulhoso. 
* A beleza sem amor, te faz ridículo. 
* A autoridade sem amor, te faz tirano. 
* O trabalho sem amor, te faz escravo. 
* A simplicidade sem amor, te deprecia. 
* A oração sem amor, te faz introvertido. 
* A lei sem amor, te escraviza. 
* A política sem amor, te deixa egoísta. 
* A fé sem amor te deixa fanático. 
* A cruz sem amor se converte em tortura. 
* A vida sem amor... não tem sentido.


ESSE PRECONCEITO


Encontrei esse texto simples e verdadeiro e trouxe pra dividir espero que todos gostem e se emocionem como eu ...

"O obeso sente que a sociedade, quando não o ignora, o agride. A começar pelo rótulo: quem conviveria bem com a alcunha de “mórbido”? Não há proteção legal ou qualquer mecanismo de defesa aos vexames pelos quais o obeso passa nas ruas diariamente. Você já imaginou o que é ir ao cinema ou viajar de avião e não encontrar uma simples cadeira adequada ao seu tamanho? Ou perceber as risadas das pessoas quando você não consegue passar pela roleta de um ônibus? Enquanto o preconceito racial não é muitas vezes explícito, a maioria das pessoas não se intimida em rir diante de um obeso. É como se ele fosse assim apenas porque é preguiçoso, relapso e comilão. Logo, merece ser motivo de todo tipo de piada.

É claro que a ciência não vê assim a obesidade e encara o problema como uma doença. Os médicos sabem que, por mais que lutem por meio de dietas ou temporadas em spas, nem sempre essas pessoas conseguem emagrecer. Há casos de obesos que comem até menos que pessoas “exemplares” em sua dieta. Mesmo assim, a sociedade simplesmente ignora as evidências e faz os seus julgamentos movida pela ignorância.

É como se o obeso tivesse apenas duas opções: emagrecer ou se matar. Pelo menos é dessa forma que a mídia trata o problema. Em uma reportagem sobre a cirurgia bariátrica (diminuição do estômago), a apresentadora do programa Fantástico, da Rede Globo, levanta o tema com a seguinte frase: “O que fazer quando todas as dietas falharam?” Parte-se do pressuposto de que ninguém pode ser feliz obeso. E quem não consegue ou não quer ter um corpinho dentro do “padrão global” de aparência? Tem que passar o resto da vida atormentado – por si mesmo e pelos outros – por causa da sua forma física?

Essa perseguição faz com que os obesos se sintam culpados. Alguns terminam adotando para si o mesmo preconceito que sofrem de outras pessoas. Resultado: em vez de se unir em busca dos seus direitos, tratam de seus problemas como uma vergonha – como já aconteceu com outras minorias como os gays e os negros, por exemplo.

Mesmo que essa causa não tenha a mesma simpatia da luta de outras minorias, os obesos precisam buscar o respeito que merecem. Muito além da reivindicação de espaço físico adequado para o nosso corpo, é hora de conquistarmos um espaço de verdade na sociedade para que a nossa voz seja levada em consideração em qualquer debate público. Não estou aqui fazendo uma apologia da gordura e dos problemas de saúde que podem estar correlacionados a ela. Mas acho que somente unidos os obesos poderão garantir para si o direito elementar de serem felizes: amarem e serem amados, terem sucesso profissional, irem ao cinema ou simplesmente poderem caminhar tranqüilamente pela rua sem receber olhares de julgamento de outras pessoas."

Camila Matticolli

13 de jan. de 2011

PELO DIREITO DE SER GORDO !



Amigos(as), 

Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online: 

«Contra Crimes Virtuais, Pelo Direito de Ser Gordo» 


Pessoalmente, concordo com este abaixo-assinado e acho que você também pode concordar. 

Assine o abaixo-assinado e divulgue para seus contatos.

Obrigado, 
Elayne Cecilia Pinho Nascimento 

#WTFF??!

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