O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

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12 de abr. de 2014

Melanie Gaydos e a displasia ectodérmica





Sem cabelos e dentes, modelo com doença genética vai contra os padrões de beleza.

Melanie Gaydos tem displasia ectodérmica, que afeta também os ossos.


Melanie Gaydos nem poderia imaginar, mas seu trabalho está ajudando a colocar em pauta de discussão os padrões de beleza. Se antes ela sofria com o preconceito, hoje, busca levar a beleza além das roupas nos 
ensaios em que participa


sua doença não foi empecilho para que ela entrasse em contato com um fotógrafo que admirava muito e aceitasse o seu convite para
participar de um ensaio


A mudança na vida dela aconteceu quando ela se mudou para Nova York

Depois das primeiras poses, a modelo não parou mais e já fotografou em Nova York, Los Angeles, Berlim e Madri




Na página no Facebook de Melanie é possível ter acesso a alguns 
de seus trabalhos



fonte : R7

13 de jan. de 2012

O que há de errado com elas?



A MATÉRIA DO DIS HOJE FOI ESSA :



Uma polêmica envolvendo gordinhas e anoréxicas estampou a revista americana Plus Model. Na capa, a modelo russa Katya Zharkova abraça uma modelo anônima visivelmente abaixo do peso. O contraste é acentuado pelo teor da reportagem, que além de criticar o padrão magérrimo das meninas de passarela, diz que estas jovens criaram um IMC próprio, o IMC da anorexia (IMC é o índice de massa corpórea, calculado pelo peso divido pela altura ao quadrado).
A justificativa vem logo em seguida: em um passado não muito distante (cerca de 30 anos atrás) as modelos de passarela pesavam 8% menos que a média da população feminina. Hoje em dia, são cerca de 23% mais magras. Os leitores, no entanto, atacaram não apenas o padrão de beleza anoréxico, mas também a moda das gordinhas. Segundo parte deles, assim como privilegiar as modelos de IMC 14 (o normal é entre 18,5 e 25) é um problema, militar do outro lado é um erro grave. “As modelos obesas são uma resposta a isso tudo, mas não devem ser o padrão”, escreveu uma leitora, inconformada. Concordo com ela. Há um meio-termo que não aparece nos editoriais de moda ou nas passarelas. Por que o corpo não pode ser como a das misses dos anos 80, curvilíneo e com IMC saudável, tamanho 40 ou 42? FONTE

Defendendo o meu lado de IMC não saudável, mas de tachas no lugar, porque não posso ser respeitada por isso ?!Porque ser diferente é tão ruim, por que não ser cópia afronta tanto ? Qual sua opinião ?!!

#WTFF??!

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