O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

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4 de abr. de 2011

Gordinho Como Eu



Uma Adolescente com síndrome de Barbie que resolve descontar suas frustrações na mãe ex gorda, basicamente seria o tema primordial do filme To Be Fat Like Me em português deram o nome de Gordinho Como Eu. O filme não é novo é do ano de 2007 e eu já assiste ele umas cinco vezes diferentes mais só hoje decide falar sobre ele (se já falei antes não em recordo)

O filme poderia ser somente sobre a síndrome da menininha loira que é popular e linda na escola e tem raivinha da mãe que foi gorda mais a coisa vai um tanto quanto além e é por isso que acho muito digno que o filme seja visto por pessoas gordas com idéias na cabeça.  O enredo do filme trás para o meio social experiências que só nós temos, e faz valer a idéia que as outras pessoas têm de nós de forma bem clara.

A atriz principal obcecada por magreza vive sendo grosseira com a mãe por esta ter sido obesa e ter tipo problemas de saúde assim gastando toda a grana da família para pagar as despesas medicas, a filha faz questão de todos os dias lembrar a mãe o quanto é ruim ser gorda. Após perder a tão sonhada bolsa de estudos para a faculdade, bolsa essa que seria ganha através do time de esportes a qual ela fazia parte se a loirinha se rebela ainda mais e na tentativa de  arrumar uma forma de ganhar dinheiro e pagar sua faculdade resolve participar de um concordo de documentários e escolhe o tema gordo como eu, assim ela se disfarça de gorda, muda de colégio e tenta provar que pessoas gordas são humilhadas por que não se empoe e não se gostam o suficiente para ter respeito próprio.

A menina acredita que usando o disfarce de gorda ira provar que com a personalidade dela num corpo de uma gorda vai conseguir ser popular e fazer acontecer assim como ela faz sendo magra, porem como já era de se esperar só sabe o que um gordo passa quando se é gordo, e a menina no primeiro momento que sai de casa, percebe o desafio que é andar de ônibus, a forma com que as pessoas no caminho olham para ela, o tratamento “especial” que os colegas do colégio oferecem, e começa a perceber que se a vida é linda para alguns não é a mesma coisa para todos, descobrindo o peso do Estereotipo.

O filme não se trata de ver coisas negativas e nem positivas e sim de uma tentativa de mostrar uma realidade que poucos conhecem que nós conhecemos bem por vivenciá-la dia a pós dia, e o melhor que o torna tão verdadeiro é que o filme é baseado relatos. Tem uma frase que a personagem diz logo no segundo dia se vestindo como gordo após ter passado por algumas “brincadeiras” que faz todo sentido do mundo a frase em meio ao seu discurso de desabafo é a seguinte:

Odeio meu rosto gordo, minhas mãos gordas, meu corpo gordo, odeio tudo em mim quando visto essa roupa idiota Parece que o fato de ser gordo, da a eles todo o direito de me humilhar.

*Quando ela diz essa roupa idiota esta se referindo ao disfarce de gorda.(disfarce de gorda ler-se uma roupa de enchimento que dava ao corpo da personagem proporções de uma pessoa gorda)

Ser gordo é bem mais complexo e cheio de falsas afirmações que visualizam as pessoas magras é muito fácil olhar para nós e dizer você é gordo por que quer pare de comer, ao para aqueles gordos que acham que a vida se resume na máxima “Eu me amo e isso basta”. Isso até seria valido se não tivéssemos que conviver em sociedade.

È por conta da idéia clara e bem exposta que o filme oferece que recomendo que procurem nas locadoras e tentem ver o filme de preferência dê ele de presente para aquele coleguinha do trabalho ou da escola, ou mesmo pra sua mãe, pai ou tia que insiste em fazer brincadeirinhas sobre o seu peso, se eles tiverem um pouquinho só de amor por você e pelo próximo vai aprender uma boa lição.
Bjo da Gorda Milly Costa
@GordaRevoltada
Esse  e outros Textos em: 
http://projeto-gr.blogspot.com/   

2 de fev. de 2011

Obesas correm mais riscos na 1ª gravidez, indica pesquisa



Um estudo feito por cientistas britânicos revelou que as mulheres obesas correm risco de ter mais problemas de saúde e complicações em sua primeira gravidez do que mulheres com peso dentro do considerado normal.

As obesas que participaram da pesquisa apresentaram índices mais altos de pré-eclâmpsia (doença caracterizada por pressão arterial elevada e eliminação de proteína pela urina), de partos prematuros e de nascimentos com peso abaixo da média.

Especialistas do Kings College, em Londres, analisaram dados sobre a primeira gravidez de 385 mulheres obesas e colheram amostras de sangue de 208 das mulheres para análises.

O estudo, encomendado pela entidade beneficente britânica Tommy's, foi divulgado na publicação científica American Journal of Obstetrics and Gynaecology.

A entidade ressalta que estudos anteriores já apontaram vínculos entre obesidade durante a gravidez e riscos maiores de complicações.

O presente estudo quis investigar se mulheres em sua primeira gravidez são particularmente vulneráveis a complicações.

Outras revelações do estudo foram, por exemplo, que as mulheres obesas tiveram quase duas vezes mais chances de ter um bebê com peso abaixo da média (ou seja um total de 18,8% dos bebês das mulheres obesas pesava menos do que 2,5 kg ao nascer).

O índice de nascimentos de bebês com peso abaixo da média em mulheres com peso padrão é de cerca de 10%. 

Por outro lado, entre as mulheres estudadas o índice de nascimentos de bebês considerados particularmente pesados foi de 13,4% - em comparação com apenas 10% dos bebês nascidos de mulheres com peso tido como saudável.

Os índices de pré-eclâmpsia foram mais altos, com 11,7% de mulheres obesas desenvolvendo a condição em sua primeira gravidez - em contraste com 6% na população obesa na segunda ou após várias gestações e apenas 2% na população de peso saudável.

O risco de pré-eclâmpsia aumentou proporcionalmente ao ganho de peso durante a gravidez.

Entre as mulheres estudadas, o índice de nascimentos prematuros foi 11,9%, quase duas vezes maior do que a média nacional na Grã-Bretanha.

"Algumas das revelações são surpreendentes. A grande proporção de bebês pequenos foi particularmente inesperada, já que a obesidade tende a ser associada a nascimentos de bebês com peso acima da média", disse a pesquisadora Lucilla Poston, responsável pelo estudo.

Para a especialista, o alto número de casos de pré-eclâmpsia também foi preocupante.

"Esta é uma complicação séria durante a gravidez que, em casos extremos, pode levar à morte da mãe e do feto", disse Poston.

"Temos de passar a considerar a primeira gravidez como um problema adicional entre mulheres obesas, que, nós já sabemos, estão mais propensas a sofrer complicações durante a gravidez do que mulheres magras."

Poston disse que a razão pela qual a obesidade causa essas complicações não é conhecida, mas especialistas acreditam que o problema esteja associado à resistência à insulina.

Isso ocorre quando quantidades normais de insulina não conseguem quebrar as moléculas de açúcar no organismo.

"Gestações normais induzem uma forma leve de resistência à insulina e sabemos que pessoas obesas ficam mais resistentes à insulina, o que promove diabetes, pré-eclâmpsia e bebês maiores", disse Poston.


Eu tive minha filha com pré eclampsia,fui ao médico pra uma consulta de rotina no pré natal e descobri a pressão alta...em outra consulta queriam me deixar internada eu estava com 8 meses,sou inconsequente e medrosa, então quando o medico me perguntou se tinha alguem comigo eu disse que não .Ele me pediu que fosse até a recepção e que chamasse alguem, eu sai do consultorio encontrei com meu marido e disse que podiamos ir embora que estava tudo bem.
Na mesma noite me senti muito mal, ligamos pra um contato e fui até outro hospital que confiava mais...pressão 23/18 fui internada na hora e a NATY nasceu no mesmo dia...NÃO NÃO NÃO FAÇAM ISSO EM CASA,graças a Deus que tomou conta de tudo e me salvou dessa hj tenho minha filhota com 10 anos saudavél e me matando de orgulho!

#WTFF??!

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