O preconceito não tem peso físico que possa ser contabilizado em uma balança, mas pesa bem mais que o corpo de um gordo.

O preconceito não tem sexualidade nem preferência por gênero, mas é tão violento quanto um estupro.

O preconceito não tem cor visível, mas com toda certeza é bem mais escuro que a pele de um negro.

O preconceito não tem preço ele é distribuído de graça, o preconceito é vivo e se move com rapidez de um lince, espalha-se como um vírus, impregna o mundo e permanece anônimo mesmo quando esta mostrando a cara.

Dê voz a sua luta, seja contra o preconceito seja ele em que seguimento social esteja, o peso do preconceito pode ser grande,

porem o peso da sua força é bem maior.(Milly Costa)

26 de set de 2013

Festival combate toda forma de exclusão social


"II Dia Sem Preconceito" ocupa as instalações do Uai Shopping, entre os dias 27 e 28 de setembro




Gaby Campel, Miss Pantera Transex 2012, passa faixa para a nova vencedora do concurso

Com objetivo de combater qualquer forma de intolerância social, o “II Festival do Dia Sem Preconceito” acontece entre os dias 27 e 28, das 9h às 22h, no Uai Shopping (BH). A entrada é Catraca Livre.


A programação da segunda edição do evento conta com palestras, shows de música, desfiles de moda, exposições e performances. São destaque os concursos Miss Pantera Transex 2013 e Miss Prostituta 2013.


Uma das novidades do evento é o lançamento do espaço “Inclusão Social Uai”, que promoverá ações contra qualquer forma de exclusão. O núcleo abrigará instituições que lutam contra o preconceito.


Confira NO SITE a programação do “II Festival Dia Sem Preconceito”:

18 de set de 2013

O poder do quem Indicou

As vezes acho que nunca vou chegar em lugar nenhum no mundo, por dois motivos, NÃO PUXO O SACO DE NINGUÉM POR NADA, NADA NESSE MUNDO e dois, não tenho amigos influentes ou ricos, isso é um grande problema para alguém que nasceu pobre, negra e gorda, ops nunca esquecendo de mulher. Mas sinceramente prefiro não chegar nas listas dos melhores do mundo em qualquer que seja a coisa a ter que ficar fazendo papel de boba. 

Porquê estou falando isso? Vou dizer que ando vendo gente sem a mínima capacidade, ocupando cargos e lugares na mídia em que nunca, nunca mesmo deveriam chegar e em contra partida gente muito gabaritada que por não ter costas quentes não foram muito longe, uma que sorte não é pra quem merece é pra quem tem e sei lá porque um monte de cretino por ai tem, mas deixa essa ideia de sorte pra lá e vamos nos apegar a ideia da indicação, do amigo do amigo, da família com dinheiro, do pai coronel, da mãe juíza, do tio vereador, da família de renome na sociedade ....  

logo um ser pode ser terrivelmente mal informado, ter se formado e não aprendido nada, ser um profissional de merda, falar quilos de asneiras e ainda assim alcançar o patamar de maior nível dentro de uma empresa ou virara o cara que vai dar dicas na televisão. Não é tão difícil ver esse tipo de situação em nossa amada e idolatrada salve, salve pátria essa é a cultura do país é assim que se acertam as coisas, se você é bom no que faz, se tem conhecimento, se é um ótimo profissional, problema seu que não tem quem indique, que não tem um sobrenome conhecido, o problema é só seu. 

admiro as pessoas que se dedicam a puxar saco de chefe ou a usar do sobrenome da família ou do parente com cargo influente para chegar a algum lugar, admiro porque é preciso ter muita falta de vergonha na cara e essa é uma das coisas que eu nunca conseguiria ter, veja o exemplo:  
Tenho uma amiga que se formou junto comigo, ela  trabalha numa grande empresa e desde que entrou nessa empresa ela acarretava a função do chefe porque o cara tinha tempo de serviço, mas não tinha formação pra resolver coisas da modernidade, por não conseguir se adaptar as inovações esse chefe foi demitido, e por ordem a minha amiga que era quem fazia as funções dele e entendia do que se trava era pra ser promovida e ocupar o cargo que ela em pratica já ocupava, mas contrariando o logico, a vaga foi preenchida por uma mocinha que era filha da amiga do gerente da empresa, que não sabia nada da função e pra variar minha amiga continua fazendo as duas funções, ganhando o mesmo salario e a vaga que seria dela por direito ficou pro quem indica. 

Hoje assistindo mais uma vez o Encontros da Fátima Bernardes tive o desprazer de rever o psicanalista do programa falando, é ele falando e eu me perguntando o que e porque ele esta no programa, fazendo o que lá, com gente bem mais profissional que ele, com gente bem mais inteligente que ele, um cara idiota que fala como se a vida dele fosse referencia para o mundo, como se a opinião dele fosse verdade irrevogável, o ser humano que se diz pesquisador, estudioso humano, medico, psicanalista isso e aquilo e não consegue ficar cinco minutos sem falar algo que seja razoável, todos os convidados do programa se chateiam com ele, nem mesmo a Fátima aguenta as bobagens que o cara diz e fica rebatendo. Mas ele está lá ta na tv, num programa de audiência, mesmo com profissionais milhares de vezes melhor que ele quem está lá é ele, não porque seja bom, mas por ter alguém para por ele lá.

Por conta disso tem muita gente boa desempregada, muita gente boa fora da mídia, muita gente inteligente de verdade não divulgando teorias verdadeiramente validas, não expandindo conhecimento.

Bjo da Gorda Milly Costa

14 de set de 2013

TDAH...Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade



Transtornos comportamentais infantis podem persistir na vida adulta.

Aproximadamente 5% dos casos são carregados após a infância.

Ao falar em Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), muitas vezes pensa-se exclusivamente em crianças. Porém, esses distúrbios podem fazer parte do diagnóstico de um adolescente ou de um adulto que carregou consigo os sintomas ao longo dos anos. A análise é da médica especializada em pediatria e neurologia, e membro do Comitê de Neuro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Magda Lahorgue Nunes.

— Atualmente, esse diagnóstico é feito em torno de seis a sete anos de idade, sendo que alguns casos os sintomas já podem ser percebidos antes. O que é interessante é que antes se pensava que era exclusividade de crianças e percebe-se que agora podem ser observados também na vida adulta — afirma a médica.

Estudos mostram que o TDAH, com base em uma média mundial, possa chegar a 5,5 casos em cada mil crianças, índice considerado alto. Em aproximadamente 4% a 5% dos casos pode persistir na vida adulta. Os sintomas mais comuns são desatenção, atividade motora excessiva e impulsividade. Esses sinais podem aparecer separadamente ou de forma mista. Por se tratar de características comuns no comportamento infantil, o diagnóstico torna-se mais difícil.

— Muitas vezes, pode acontecer um subdiagnóstico ou um diagnóstico extrapolado, dependendo de como se avalia. Outro desafio é que não há um marcador biológico, ou seja, não há um exame clínico que se faça para dizer se é ou não é um transtorno comportamental. Trata-se de uma avaliação baseada em sintomas — completa Magda.

O tratamento é feito a base de medicamentos e manejos que podem ser bem comuns como, por exemplo, colocar a criança mais à frente na sala de aula ou promover o aumento de supervisão. Também é importante avaliar se existe alguma comorbidade, pois outros transtornos comportamentais podem ser associados.

— Um alerta é não achar que o medicamento resolve tudo. O tratamento é importante, mas está dentro de um contexto que inclui modificação e auxílio na organização da vida da criança impondo rotina e limites — completa Magda.

Um dos fatores considerados na avaliação é de que os problemas precisam acontecer em três diferentes ambientes sociais. Por exemplo: se só acontece na escola e não ocorre em casa, ou vice-versa, é possível desconfiar que não é uma doença em si, mas sim a ocorrência de fatos isolados.

Fonte : http://zerohora.clicrbs.com.br/

12 de set de 2013

Tô nem ai !



Quantas e quantas vezes a opinião alheia atrapalha nossa vida ?
Lendo uma matéria na revista NOVA, me deparei com esse assunto e tinha que compartilhar minha opinião com vocês!
Precisamos nesse caso de ATITUDE, é preciso que deixemos bem claro que não damos a minima a essa opinião.
Precisamos entender que SER FELIZ E LIVRE é muito mias gostoso que procurar sempre agradar os outros.
É obvio que no começo surge a  duvida de  : ficar frustrada e não correr o risco de ser julgada X ser julgada mas estar feliz
A boa noticia é que cada vez mais as pessoas estão escolhendo a segunda opção e você pode mudar a sua se quiser também!

Atente a esses 4 "passos"

1- Nesse exato momento tem gente julgando você
2- Você não precisa ter fãs
3- Cuidado, o olhar mais critico é o seu
4- Quem liga o foda-se muda o mundo!

Muito desse julgamento nasce de nós mesmos e precisamos atentar as nossas atitudes.Se você tira do seu caminho essas coisas que não importam mesmo, focando no que realmente precisa ser feito entendendo que nosso tempo é curto demais pra nos preocupar com o que vão pensar ou falar, tudo que você faz pra você além de verdadeiro te deixa extremamente grata(o)

Na revista há algumas dicas de como recuperar o seu amor proprio, depois de fazer apenas o que seria bom para os outros...

Faça algo que você considera VERGONHA ALHEIA

Que tal vestir aquela peça de roupa que esta fora da 'moda imposta' mas que você ama ?Muita gente vai olhar om aquela cara de "que bizarro", mas logo você nem vai lembrar disso.

DIGA A VERDADE

Você deve sim apontar a 'besteira' quando vir uma,Não é necessario ser grosseira, e não julgue

RECUSE LIMITES

Não aceite escolhas falsas, caso você tenha duas opções e queira ficar com a menos pior, procure uma terceira, não tenha medo do trabalho.

COMECE A VIDA NOVA

Você vai descobrir que quase todo mundo mé capaz de entender as coisas 'estranhas' que você faz, 
e que justamente te tornam diferente, interessante e especial.

Basta você encontrar alguns filtros internos que criou, os quebrar, esmagar, vandalizar mesmo e mudar !

Boa sorte!



”Encerre ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.”
(Fernando Pessoa)

8 de set de 2013

Direito da mulher







A Violência Doméstica é no âmbito do Direito, uma matéria muito discutida, mas, com poucas conclusões. Ela tem sido muito comentada depois de sancionada a “Lei Maria da Penha”( LEI Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006) que tem como principal objetivo coibir as ações dos agressores com penas mais severas.

Nesses 7 anos de Lei sabemos que muitas coisas já foram feitas, porém podemos ir bem além do que já vem sendo feito, pois as autoridades responsáveis só poderão ajudar se houver pessoas que queiram ajuda, ajuda essa que não podemos invadir a vida alheia podemos orientar, mas nada além disso.

Esse tipo de violência é mais comum do que imaginamos, porém age de forma muito cruel e silenciosa. As mulheres ainda não se sentem seguras para denunciar o agressor.

As violências sofridas não têm distinção, pois, podem fazer parte de todas as classes sociais, etnias, credos, sociedades, etc. O medo, o estresse emocional e psicológico, ainda impede a vítima de tomar alguma atitude contra seu agressor.

Além destes fatores devemos considerar também a desinformação sobre as Leis que as protegem. Conscientizá-las de que não estão sozinhas e que existem entidades públicas e privadas preocupadas em atendê-las e dar suporte no que for necessário, é a nossa missão.

Não se deixem mais se levar por sentimentos porque hoje ele te bate amanhã ele poderá te matar, que isso não sirva só para Marias, mas também para Anas, Julianas, Patrícias, Paulas, Francines, Marlenes para vocês meninas, crianças e mulheres temos que desmascará-los e acabarmos com o machismo que da mesma forma que eles são homens e nós somos mulheres, porem ambos classificados como seres humanos sem distinções.

2 de set de 2013

O que fazer quando seu filho está sofrendo preconceito dos amigos na escola



Há alguns exemplos de bullying extremamente cruéis que demandam uma resposta enérgica e rápida. No entanto, os mais comuns são aqueles realizados em processo e, por isso, são mais duradouros. Começam com uma brincadeira, depois ficam mais pesados, até chegarem a ser insuportáveis para o filho e os pais.

Como a maioria dos bullyings é dividida em estágios, é importante que os pais percebam por qual o filho está passando. Confira o que fazer quando seu filho está sofrendo bullying.


 Mantenha a calma


Claro que não é fácil ficar calmo enquanto seu filho está sofrendo na escola, mas é necessário. Alterar-se não vai ajudar a criança, aliás, isso pode afetá-la mais ainda. Ela vai perceber que o que ela disse fez os pais sofrerem e não vai querer contar mais nada. O importante é que você mostre que você está preocupado com a saúde e integridade do seu filho. Além disso, se você se manter sob controle, você pensará em maneiras mais inteligentes de ajudá-lo.


Seja compreensivo


Bullying não é 8 ou 80. Seria ótimo se houvesse alguém 100% vilão e vítima. Não se pode ter certeza sempre dos comportamentos do seu filho e nem do agressor. E muitas vezes seu filho pode ser mal interpretado. Tolerância zero, por isso, não é a melhor saída. É importante entender que o agressor também tem problemas, porque se não tivesse, não agiria desta forma. Portanto, uma intervenção mais sutil pode ser a melhor saída. Nada do que foi dito aqui tem a intenção de culpar a vítima e desculpar o vilão. É importante que o pai entenda bem as agressões e o próprio bullying antes de tomar ações mais drásticas.


Escute-o


Para que você entenda melhor o que acontece com seu filho, seja aquele que escuta mais do que fala. Que atitudes ele quer que você tome? Como o bullying o afeta? Por que ele acha que está sendo vítima de bullying? Quanto mais a criança falar, mais ela vai entender pelo o que está passando e, mais tarde, saberá se defender melhor.


Considere alternativas


Neste caso, é importante que você tenha boas relações com professores, orientadores e outros trabalhadores na escola. Faça contatos com eles para resolver o problema de uma forma colaborativa. Saiba a partir deles como eles veem o bullying pelo qual seu filho está passando. Eles são terceiros e dirão a verdade. Desta forma, você poderá pensar melhor em formas de ajudar seu filho.


Coloque-o no comando


Não estamos mais na época em que a criança tinha que resolver o bullying por conta própria. No entanto, é importante deixar que ela tente resolver o problema. Ela crescerá com isso. Não é saudável que seu filho seja visto pelos colegas - e por ele mesmo - como vulnerável quando longe de um adulto. Transforme esta experiência numa forma de seu filho aprender a se defender. Trabalhe com professores e psicólogos uma forma de resposta por parte da criança ao bullying.

Fonte: Universia Brasil

#WTFF??!

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